
Cada história previdenciária ou funcional possui particularidades. Por isso, analisamos seu histórico e documentos para identificar direitos, oportunidades, possíveis inconsistências e o melhor caminho jurídico para proteger seus interesses.
Você pode estar recebendo menos do que deveria. Aposentadorias podem conter erros ou deixar de considerar direitos adquiridos, assim como vencimentos de servidores podem não refletir sua trajetória funcional. Uma análise jurídica pode revelar direitos ainda não reconhecidos.
Conte sua situação da forma que for mais fácil para você. Envie áudios, textos, documentos e outras informações. A partir desse material, analisaremos seu caso de forma individualizada para identificar direitos, esclarecer dúvidas e indicar os caminhos jurídicos mais adequados.
Direito não é apenas identificar um problema — é saber qual caminho seguir. Após compreender sua situação, definimos uma estratégia jurídica personalizada, indicando as medidas mais adequadas para proteger, corrigir ou ampliar seus direitos. Você saberá o que pode ser feito e quais serão os próximos passos, com atuação direta do advogado, na via administrativa ou judicial.
25 anos de experiência em Direito Previdenciário e Direito Administrativo, com atuação especializada para segurados do INSS e servidores públicos. Há 25 anos, a Tartaglione Advogados atua na defesa e no reconhecimento de direitos, unindo conhecimento jurídico, estratégia e análise individualizada. Nossa equipe é formada por advogados que também são servidores públicos, ativo e aposentada, com conhecimento da realidade funcional, remuneratória e previdenciária do serviço público. Atendemos servidores do Estado e do Município de São Paulo, com atendimento direto com advogado e atuação administrativa ou judicial, conforme cada caso. Quem conhece a realidade do servidor está mais preparado para defender seus direitos.

Mais de 25 anos de experiência em Direito Previdenciário e Direito Administrativo, com atuação especializada em INSS e Regimes Próprios de Previdência. Sua trajetória também inclui experiência como servidora pública na Casa Civil e na Assembleia Legislativa, proporcionando conhecimento prático da estrutura e da realidade do serviço público. Atua na análise e defesa de direitos previdenciários e funcionais, com experiência, estratégia e atendimento próximo ao cliente.

Advogado especializado em Direito Administrativo e Direito Previdenciário, com vivência como servidor público da rede de ensino municipal de São Paulo. Bacharel e Licenciado em História pela PUC-SP e Bacharel em Direito pela FMU, atua de forma próxima e consultiva na defesa dos direitos de servidores públicos e segurados.
Você atingiu a idade mínima e quer saber se já reúne as condições para se aposentar.
Tempo de contribuição mal somado e períodos não registrados confundem o segurado.
Levantamos todo o histórico no CNIS, conferimos cada vínculo e damos entrada no melhor enquadramento.
Você trabalhou muitos anos e acredita já ter tempo suficiente.
As regras de transição da reforma mudam o cálculo e podem reduzir o valor.
Simulamos cada regra e indicamos a data e o formato que garantem o maior valor.
Você trabalhou exposto a ruído, calor, químicos ou risco à saúde.
O INSS costuma não reconhecer a atividade especial por falta de PPP ou LTCAT.
Reunimos a prova técnica correta e comprovamos a exposição para antecipar sua aposentadoria.
Você quer se aposentar, mas não sabe o melhor momento e caminho.
Aposentar pela regra errada pode significar receber muito menos pelo resto da vida.
Analisamos sua vida contributiva, simulamos cenários e traçamos a estratégia ideal.
Você pediu a aposentadoria e o INSS negou.
Muitas negativas vêm de erro na contagem de tempo ou exigências indevidas.
Revisamos a negativa, corrigimos a documentação e recorremos na via certa.
Seu benefício foi cortado de surpresa.
Revisões automáticas e perícias mal conduzidas deixam a família sem renda.
Atuamos pelo restabelecimento imediato e cobrança dos valores não pagos.
PCD de baixa renda teve o BPC negado.
A perícia desconsidera o real grau de impedimento.
Instruímos o processo com laudos e provas da deficiência e da renda.
Idoso 65+ de baixa renda teve o BPC indeferido.
O critério de renda é aplicado de forma rígida.
Comprovamos a vulnerabilidade social para obter a concessão.
Você adoeceu, não pode trabalhar e o auxílio foi negado.
Perícias rápidas levam à negativa mesmo com incapacidade real.
Reforçamos a prova médica e pleiteamos a concessão desde o afastamento.
Acidente ou doença do trabalho com benefício recusado.
O nexo com o trabalho é difícil de provar sozinho.
Demonstramos o nexo causal e garantimos o auxílio devido.
Perda de familiar segurado com pensão negada.
Dúvidas sobre dependência e qualidade de segurado travam o pedido.
Comprovamos a condição de dependente e asseguramos a pensão e os atrasados.
Você desconfia que sua aposentadoria foi calculada a menor.
Erros na média salarial reduzem a renda mensal.
Recalculamos o benefício e pedimos a revisão com diferenças retroativas.
O valor não corresponde ao que você contribuiu.
Salários de contribuição ficam de fora ou defasados.
Conferimos contribuição por contribuição e corrigimos a RMI.
Há períodos de trabalho fora do cálculo.
Tempo rural, militar ou especial costuma ser ignorado.
Averbamos esses períodos e recalculamos para aumentar o valor.
Doença ou lesão te impede de trabalhar por um período.
A perícia pode subestimar a incapacidade e negar.
Sustentamos a incapacidade com prova médica robusta e garantimos o benefício.
Sua condição é permanente e impede o retorno ao trabalho.
O INSS insiste em conceder auxílios temporários.
Comprovamos a incapacidade permanente e buscamos a aposentadoria definitiva.
Sequela após acidente ou doença ocupacional.
O nexo com o trabalho é negado sem prova técnica.
Demonstramos a relação com a atividade e asseguramos o auxílio-acidente.
Benefício cortado mesmo você ainda estando doente.
Revisões automáticas cessam benefícios sem nova perícia.
Pleiteamos o restabelecimento imediato e os valores suspensos.
Idoso 65+ de família de baixa renda que nunca contribuiu.
O critério de renda é aplicado de forma rígida e o pedido é negado.
Comprovamos a vulnerabilidade social e garantimos o BPC/LOAS.
PCD de baixa renda que precisa do amparo assistencial.
A avaliação desconsidera o impedimento de longo prazo.
Instruímos o caso com laudos e provas para obter a concessão.
O servidor teve os proventos reduzidos pelo teto constitucional.
A administração soma verbas que não deveriam entrar no teto.
Revisamos a composição dos proventos e afastamos o redutor indevido.
Servidor que acumula legalmente dois cargos teve o cálculo unificado.
Os tetos são somados em vez de aplicados separadamente por cargo.
Demonstramos a licitude da acumulação e o cálculo individual de cada cargo.
Vantagens de caráter pessoal foram ignoradas no recálculo.
A base de cálculo desconsidera parcelas já incorporadas.
Incluímos as vantagens pessoais e corrigimos o valor dos proventos.
O recálculo foi reconhecido, mas os atrasados não foram pagos.
A administração protela o pagamento das diferenças.
Cobramos os retroativos respeitando a prescrição quinquenal.
Períodos de serviço não foram contados para os quinquênios.
Tempo anterior ou de outro órgão não foi averbado.
Averbamos o tempo correto e recalculamos os adicionais devidos.
O adicional incide sobre base menor que a devida.
Gratificações que deveriam compor a base ficam de fora.
Corrigimos a base de cálculo e buscamos as diferenças.
Licenças legais não foram consideradas no tempo de serviço.
Afastamentos previstos em lei são desprezados no cômputo.
Reconhecemos os períodos legais e ajustamos o adicional.
Diferenças do adicional acumularam ao longo dos anos.
Parte dos valores corre risco de prescrever.
Garantimos os últimos cinco anos com a ação adequada.
Você completou 20 anos de serviço e a sexta-parte não foi paga.
A vantagem é concedida com atraso ou esquecida.
Garantimos a concessão a partir da data correta e os atrasados.
A sexta-parte incide só sobre o vencimento-base.
Deveria recair sobre a remuneração integral, com gratificações.
Recalculamos sobre a base integral e cobramos a diferença.
A sexta-parte não reflete no 13º salário e no terço de férias.
Os reflexos legais não são aplicados.
Incluímos os reflexos e pagamos os valores acumulados.
Há diferenças não pagas de sexta-parte ao longo do tempo.
A administração não recompõe os valores devidos.
Buscamos os retroativos dentro do prazo legal.
Você exerce função de representação sem receber a gratificação.
A função é desempenhada de fato, mas não remunerada.
Comprovamos o exercício e buscamos o pagamento devido.
A gratificação foi retirada do seu contracheque.
A supressão ocorreu sem amparo legal.
Pleiteamos o restabelecimento e os valores não pagos.
Você exerceu a função pelo tempo exigido para incorporar.
A administração não incorpora a vantagem na aposentadoria.
Demonstramos o direito à incorporação e o ajuste dos proventos.
A gratificação não reflete nas demais verbas.
Os reflexos legais são ignorados no cálculo.
Incluímos os reflexos e cobramos as diferenças.
A gratificação executiva foi retirada ao se aposentar.
A vantagem incorporada deixou de ser paga.
Buscamos o restabelecimento conforme o direito adquirido.
O valor da gratificação está congelado e defasado.
A base não acompanha os reajustes da categoria.
Atualizamos a base e cobramos a diferença.
Servidores da ativa recebem valor maior pela mesma função.
A paridade entre ativos e inativos não é respeitada.
Aplicamos a paridade e equiparamos os valores.
A revisão foi reconhecida, mas sem pagamento dos atrasados.
A administração protela as diferenças.
Cobramos os retroativos dentro da prescrição quinquenal.
Você é aposentado ou pensionista com doença grave listada em lei.
O imposto de renda continua sendo descontado.
Comprovamos a moléstia e garantimos a isenção do IR.
A isenção foi concedida, mas o desconto voltou.
A administração reativa a cobrança sem motivo.
Restabelecemos a isenção e suspendemos o desconto.
Você pagou IR mesmo tendo direito à isenção.
Os valores descontados não foram devolvidos.
Pedimos a restituição dos últimos cinco anos.
A isenção foi aplicada só a parte da renda.
Proventos e pensão não recebem o mesmo tratamento.
Estendemos a isenção a todas as parcelas cabíveis.
A administração exige laudo oficial e nega o particular.
A exigência impede o reconhecimento do direito.
Demonstramos a validade da prova médica e garantimos a isenção.
O filho atingiu a maioridade e tem condições de se manter.
A pensão continua sendo descontada do servidor.
Ingressamos com a exoneração e cessamos o desconto.
O alimentando concluiu os estudos e pode trabalhar.
A obrigação se mantém sem necessidade comprovada.
Demonstramos o fim da dependência e encerramos a pensão.
Houve alteração relevante na sua renda.
O valor fixado se tornou incompatível com sua realidade.
Pleiteamos a revisão ou a exoneração conforme o caso.
O ex-cônjuge já possui renda própria.
A pensão segue mesmo cessada a necessidade.
Comprovamos a independência e pedimos a exoneração.
Quinquênios e sexta-parte incidem sobre valor menor que o piso.
As verbas são calculadas sobre o vencimento-base defasado.
Aplicamos a incidência sobre o piso salarial docente.
Há diferenças acumuladas pelo cálculo incorreto.
Os valores não foram recompostos pela administração.
Cobramos os retroativos dentro do prazo legal.
O cálculo incorreto se refletiu nos proventos de aposentadoria.
A aposentadoria foi fixada com base menor.
Recalculamos os proventos e corrigimos o benefício.
As verbas não refletem no 13º e no terço de férias.
Os reflexos legais não são considerados.
Incluímos os reflexos e pagamos as diferenças.
Existem decisões judiciais coletivas que reconheceram o direito ao reajuste de 25,32% para professores e gestores do Município de São Paulo.
Você ainda não recebe os 25,32% reconhecidos na decisão judicial coletiva?
Buscar a implantação dos 25,32% e seus reflexos nos quinquênios e sexta-parte, além das diferenças devidas.
Professor aposentado da Prefeitura de São Paulo que contribuiu sobre a JEIF durante a atividade.
A JEIF não foi incorporada integralmente aos proventos nem refletida nos quinquênios e na sexta-parte.
Revisar a aposentadoria para buscar a incorporação da JEIF e seus reflexos nos quinquênios e sexta-parte.
Atendimento rápido, sigiloso e personalizado. Conte o seu caso e descubra o melhor caminho para garantir o seu direito.